Se fosse preciso definir em uma só palavra a principal qualidade da cozinha do Aze Sushi, a escolha seria ‘delicadeza’. Ela está no tempero do arroz, no tamanho dos niguiris, na forma com que são moldados os temakis, no sutil equilíbrio do molho que envolve as folhas da salada.Instalado no imóvel onde funcionava o Sushi Company, o restaurante agora é tocado por Edson Yamashita – que esteve à frente do excelente Shin Zushi nos últimos sete anos. Desde que assumiu a casa, em dezembro, Edson aboliu o rodízio e ingredientes não tradicionais, como o cream cheese. Em seu cardápio, além de combinados e pratos quentes, há ‘Omakase’, menu degustação (R$ 160, o de sete tempos; R$ 180, o de oito).
No almoço, a melhor pedida são os bentôs (R$ 39, inclui salada e duas entradas). O ‘do Chef’ é composto por sashimi, tartar de salmão, niguiris e enrolados. O ‘do Dia’ tem sashimi e três itens quentes, que variam ao longo da semana. Pena que essa mesma delicadeza se perca na ambientação – pontuada por TVs que passam DVDs de shows – e nos preços altíssimos dos saquês. Inconvenientes que os etéreos niguiris de vieira (R$ 20, o par), um sistema de cobrança de rolha (R$ 20, a garrafa) e os preços simpáticos, por sorte, atenuam.
ONDE: R. Dr. Renato Paes de Barros, 769, Itaim Bibi, 3168-3673. QUANDO: 12h/15h e 18h/23h (6ª, até 23h30; sáb., 12h/16 e 19h/23h30; fecha dom.). QUANTO: Cc.: todos.
Sushi entre gols
Outro bom representante da nova leva de japas na cidade é o By Koji, aberto há três semanas, no Estádio do Morumbi. Comandado por Koji Yokomizo, tem salão com vista para o campo e pacotes especiais para jogos e shows. O almoço executivo custa R$ 40 e o par de niguiris, entre R$ 12 e R$ 14, em média.
ONDE: Pça. Roberto G. Pedrosa, s/n, portão 17 ou 4, 3624-7710. QUANDO: 12h/15h (sáb. e dom. até 16h) e 19h/23h30 (fecha 2ª). Em dias de jogos, só com reserva. QUANTO: Cc.: todos. Manobr.: R$ 15.
Fonte: Estadão














